Convite

A Livraria Lello e a Âncora Editora têm o prazer de a/o convidar para a apresentação do livro Diálogos Improváveis — são de facto diálogos entre quatro personagens — O Populista, a Democracia, o Radical e a Opinião Pública — sobre realidades sociais e políticas, nacionais e internacionais, que constituem este meu livro.
A obra será apresentada pelo jornalista Carlos Magno.
A sessão terá lugar no dia 13 de Maio, sexta-feira, pelas 19:30 horas, na Livraria Lello, Rua das Carmelitas, 144, Porto.

Museu do Aljube

A Revolução está na rua!
23 DE ABRIL DE 2022 – 10H30
NAS RUAS DE LISBOA
O itinerário “A Revolução está na Rua”, inicia-se no Largo da Boa Hora, segue para o Largo do Carmo, Largo da Misericórdia e termina na Rua António Maria Cardoso. Um percurso no qual vamos à descoberta de alguns locais e momentos determinantes do dia 25 de Abril e do processo revolucionário de 1974 e 1975. A ditadura, a censura, a resistência, as prisões políticas e a Revolução nas ruas de Lisboa são alguns dos temas abordados.

Recomendamos calçado confortável.

E se trocássemos umas ideias sobre a Revolução?

Iniciamos as Comemorações dos 50 anos do 25 de Abril com um ciclo de conversas a decorrer entre março e novembro de 2022, sempre às 18h, no nosso auditório. No Museu da Resistência e da Liberdade, este ciclo de conversas irá celebrar a nossa luta de todos os dias.

17 MAR – QUI, 18H00

Revolução e Disputas da Memória
Paula Godinho e Manuel Loff

7 ABR – QUI, 18H00

Revolução portuguesa: o povo está na rua!
Isabel do Carmo e Luís Trindade

13 ABR – QUA, 18H00

A Revolução antes da Revolução
Vasco Lourenço, Carlos Matos Gomes e Martins Guerreiro

5 MAI – QUI, 18H00

Revolução de Abril no mundo e no seu tempo
Raquel Ribeiro e Giulia Stripoli

19 MAI – QUI, 18H00

Revolução e lutas. O mundo do trabalho
Joana Dias Pereira, Manuel Candeias e João Madeira

16 JUN – QUI, 18H00

Revolução e a música
Francisco Fanhais e Manuel Pires da Rocha

7 JUL – QUI, 18H00

Revolução e violência política – o Verão Quente
Miguel Carvalho e Francisco Bairrão Ruivo

15 SET – QUI, 18H00

Revolução e cultura
Sónia Vespeira de Almeida e Mário de Carvalho    

13 OUT – QUI, 18H00

Revolução, géneros e sexualidade
Raquel Afonso e Isabel Freire

10 NOV – QUI, 18H00

Revolução e o que ficou. As conquistas revolucionárias.
Maria Inácia Rezola

Sujeita à lotação da sala.
Inscrições: inscricoes@museudoaljube.pt

As Artes da Revolução

Iniciamos as Comemorações dos 50 anos do 25 de Abril com um ciclo de conversas sobre “As Artes da Revolução”.

A censura à imprensa, que se instalou desde os primeiros tempos da Ditadura Militar, estendeu-se rapidamente a todas as formas de expressão artística, da literatura às artes plásticas, da rádio ao cinema. Inúmeras expressões artísticas representaram formas de resistências e eclodiram com a conquista da liberdade no 25 de Abril de 1974.

14 ABR – QUI, 18h30

A arte saiu à rua
Tiago Baptista

16 ABR – SAB, 16h

A cantiga é uma arma
Com Manuel Pires da Rocha

19 ABR – TER, 18h30

A revolução atrás das lentes
José Soudo

21 ABR – QUI, 19h00

Filme: Outro país
Sérgio Tréfaut

Eventos com entrada Livre. Sujeita à lotação da sala.
Inscrições para: inscricoes@museudoaljube.pt

A Revolução atrás da lentes

19 DE ABRIL DE 2022 – 18H30
AUDITÓRIO DO MUSEU DO ALJUBE

Integrada no ciclo de conversas “As Artes da Revolução”, recebemos José Soudo para uma conversa sobre as fotografias mais emblemáticas do dia do 25 de Abril de 1974.

José Soudo nasceu em Lisboa, em 1950. É Fotógrafo, Investigador em História da Fotografia e Curador.
Grau de Mestre em Fotografia Aplicada.
Grau de Especialista em Audiovisuais e Produção dos Media – Fotografia, obtido em Provas Públicas.
Docente de Fotografia desde 1982 e de História da Fotografia, desde 1986, no Curso de Fotografia do Departamento de Fotografia do Ar.Co – Centro de Arte e Comunicação Visual – Associação Cultural sem fins lucrativos, reconhecida pelo Governo Português como “Instituição de Utilidade Pública”.
Coordenador-Técnico com funções pedagógicas, do Departamento de Fotografia do Ar.Co, desde 1986 até 2016.
Sócio co-fundador, em 1982, da Galeria e do projeto de Animação Cultural em Fotografia, “Ether-Vale tudo menos tirar olhos”.
Associado desde 2019, da “Tira-Olhos – Associação de fotografia experimental”.
Membro da Comissão de Estudo para a recuperação da “Casa-Estúdio Carlos Relvas”, na Golegã, por nomeação do IPPAR, em junho de 1996.
Formador creditado, da Bolsa de Formadores do Cenjor – Centro Protocolar para Formação de Jornalistas Profissionais, em ações de formação para jornalistas, nas áreas da Fotografia e do Fotojornalismo e da História da Fotografia e do Fotojornalismo, desde 1992.
Docente na Licenciatura do CSF – Curso Superior de Fotografia, da Escola Superior de Tecnologia do IPT – Instituto Politécnico de Tomar, de 2002 até 2016. Foi Diretor da Licenciatura em Fotografia da ESTT/IPT no ano de 2015 e co-fundador do referido Curso em 1995.
Membro da Comissão Executiva do CEFGA – Centro de Estudos em Fotografia da Golegã, nos anos de 2008 e 2009.
Enquanto fotógrafo, está representado em diversas coleções oficiais e particulares, quer em Portugal quer no estrangeiro e também através de livros e publicações diversas, assim como em trabalhos coletivos com outros artistas visuais.

Entrada Livre. Sujeita à lotação da sala.
Inscrições para: inscricoes@museudoaljube.pt

A Liberdade passa por aqui!

No âmbito das comemorações do 48º aniversário do 25 de Abril o Museu do Aljube e Abril na Rua – EGEAC, com curadoria de Luís Varatojo, propõem um programa de atividades com o objetivo de promover essa participação, nos dias 23 e 24 de Abril, a partir das 16h.

O quarto andar da antiga prisão, onde em tempos se torturavam presos políticos, é agora um espaço de convívio e liberdade; há uma pista de dança com música de intervenção selecionada por quatro músicos, acompanhados por ilustração digital ao vivo e três murais – escrita, desenho e colagem – onde o público é convidado a deixar o seu contributo em forma de arte.

Novas palavras, novas imagens, novas ideias, o que foi e o que é a revolução 48 anos depois.

Programa
DJ SET
Dia 23 Luís Varatojo, DIDI
Dia 24 Surma, Tó Trips

ILUSTRAÇÃO DIGITAL AO VIVO CRISTINA VIANA

MURAIS
ESCRITA Hugo Gonçalves
DESENHO Nuno Saraiva
COLAGEM Inês Vieira da Silva

Evento com entrada livre. Sujeita à lotação da sala.
Biografias
LUIS VARATOJO, músico e produtor, inicia a sua carreira musical no final dos anos 80 com a banda de punk rock, PESTE & SIDA, com a qual gravou quatro álbuns. Em meados da década de 90 cria o heterónimo DESPE E SIGA, onde se dedica a sonoridades mais quentes como o reggae e o ska. Foi também fundador, com João Aguardela (Sitiados), do projeto de eletrónica e poesia, LINHA DA FRENTE. Da parceria com Aguardela nasce A NAIFA (2004-2014), banda que explorou os caminhos do fado e da nova poesia portuguesa, e que editou cinco álbuns. Em 2015 forma o projeto FANDANGO, com Gabriel Gomes (ex-Madredeus), onde experimenta o diálogo entre a guitarra portuguesa e o acordeão num contexto eletrónico. Em 2021 cria a LUTA LIVRE, um projeto musicalmente eclético, em que as sonoridades do jazz e do rock servem de base instrumental a um discurso poético claramente interventivo. Paralelamente, desde 2009, dedica-se também ao trabalho de conceção e direção artística de vários eventos e espetáculos.

Di Candido aka DIDI, corpe afrocúir em trânsito por Brasil, UK e Portugal, trabalha, persiste e resiste por meio da investigação, produção cultural e performance como DJ, cantore e artista visual/multidisciplinar. Idealizadore da unidade criativa em forma de festa Bee. The United Kingdom of Beeshas (bee_lx) com as Damas, DIDI conversa com coletivos, artistas e fazedores de sua diáspora em projetos culturais e indústria criativa, na produção e atuação direta com festas e coletivos como Afropunk, Batekoo, V de Viadão, UNA, Bloco Colombina Clandestina, Baile Brabo, Afrontosas, BlackPride Uk, dentre outres. Seu percurso dialoga com temas relacionades à (re) territorialização coletiva, identidades, ativismo e performance antirracista, na produção cultural e artística cúir, negre e imigrante em diáspora por Portugal. Em seu trabalho, DIDI conecta-se aos mais variados ritmos e manifestações artísticas afrodiaspóricas, por meio expressões sonoras e de movimento, do samba enredo ao afoxé, do baile funk ao house, do r&b 90/00 ao afrobeat.

SURMA sozinha em palco e rodeada de mais de uma dezena de instrumentos, desafia constantemente as fronteiras da música num universo tão peculiar como apaixonante. Com um álbum aclamado nacional e internacionalmente, “Antwerpen”, atuou em 17 países, desde a Europa à China, passando por América do Norte e do Sul e foi colecionando nomeações, prémios e distinções.
Faz ainda concertos para bebés, bandas sonoras para cinema (como a do filme “SNU”), colaborou com dezenas de artistas e lançou, em 2019, um EP com as suas primeiras composições enquanto Surma.
Entre 2020 e 2021, prepara o seu segundo longa-duração e cria bandas sonoras para cinema e teatro. Em 2022 vai regressar com um novo disco.

TÓ TRIPS, nascido em Lisboa 1966 no castelo, estudou na António Arroio na segunda metade dos 80’s. Cavalo de Fogo, guitarrista, gráfico, ilustrador, marceneiro, jardineiro, fã de bandas e amante da liberdade! Músico, compositor desde os 80’s.
80´s: Amen Sacristi; 90’s: Santa Gasolina em teu ventre, Lulu Blind, The Tysons, Hifi Jô; séc. XXI: Dead Combo, Timespine, Club Makumba, Solo

CRISTINA VIANA, natural de Lagos. Vive e trabalha entre Évora e Lisboa, essencialmente na área da ilustração, onde participa e desenvolve projectos de variadas naturezas, como ilustração digital ao vivo (RAIA, RGBitches, Baile Tropicante), retratos (Má Cara), montras e murais, cartazes e comunicação gráfica de eventos (SHE, Pointlist, Ilga) e animação para curtas e videoclips (Contos Não Tão Solitários, Luta Livre, Duarte).

HUGO GONÇALVES é autor dos romances O Maior Espetáculo do Mundo, O Coração dos Homens, Enquanto Lisboa Arde o Rio de Janeiro Pega Fogo, O Caçador do Verão, Filho da Mãe (finalista dos prémios PEN Clube e Fernando Namora) e Deus Pátria Família. Coautor e guionista das séries televisivas País Irmão (RTP) e Até que a Vida nos Separe (Netflix), foi correspondente de diversas publicações portuguesas em Nova Iorque, Madrid e Rio de Janeiro, cidade onde trabalhou como editor literário.

INÊS VIEIRA DA SILVA, licenciada em Design de Comunicação pela Escola Superior de Tecnologias e Artes de Lisboa, Mestre em Arte Multimedia Audiovisual pela Faculdade de Belas Artes de Lisboa. Designer e (também) professsora da disciplina de Projeto e Tecnologias do Curso de Design de Comunicação da Escola Artística António Arroio.