3.º Fórum Liberdade e Pensamento Crítico: Abertura

Fotografia de Ernesto Matos

Bem-vindos e bem-vindas ao III Fórum Liberdade e Pensamento Crítico;
Agradecimentos

A vossa presença, o vosso apoio aos Fóruns, a este Fórum apesar das dificuldades.
Aos palestrantes, de Portugal e Brasil : Ana Benavente, Luiza Cortesão, Roberto Padilha, que nos falarão sobre Paulo Freire e a educação como prática de liberdade.
Aos artistas, cantores, músicos-grupo Coral da Universidade de Lisboa e sua maestrina; a Mabel Cavalcanti, Marcelo Morais, Eddie Mota
Aos fotógrafos, Kah Smith, Carlos Martins e Ernesto Matos
A João Lacueva, José Alvega, que nos apoiam no som e outras tecnologias
À CML, nas pessoas de Laurentina Pereira, Ana Borges e Ernesto Matos
À Universidade Lusófona que nos tem apoiado em todos os Fóruns e Judite Primo e Moana Sotto curadoras da Exposição: Educação, Cidadania e Diversidade
À Escola Secundária Luís de Camões, centro de educação e cultura na cidade de LX, que tem sido parceira privilegiada para a realização dos Fóruns, na pessoa do seu director João Jaime Pires também ele pertencente à Comissão Organizadora.
A toda a Comissão Organizadora que apesar de tudo não desistiu. Sem mais delongas devo dizer que este Fórum se organizou com muita dificuldade, quer pela desmobilização de parte dos activistas habituais, provocada talvez pela pandemia quer e muito especialmente porque perdemos um grande amigo, principal motor dos Fóruns anteriores, que tudo resolvia, a todos incentivava, a todos apoiava: estou a falar do querido Amândio Silva, que terá uma menção especial, a seguir, pelo companheiro Mário Moutinho. Muito brevemente apenas dizer que o Fórum Liberdade e Pensamento Crítico tem-se assumido desde o primeiro momento como um acto de resistência, defendendo os valores e a esperança que o 25 de Abril nos trouxe. Um acto de Resistência contra os obscurantismos e negacionismos, contra a intolerância e exclusão, contra as invectivas das ideologias de extrema direita, contra a corrupção que grassa e cresce, contra todo o tipo de atentados aos direitos humanos, quer no mundo do trabalho, na tragédia dos refugiados, nos imigrantes feitos novos escravos, no estado de guerra permanente, disfarçado ou real em todo o planeta, no aumento da fome, quer também das múltiplas agressões à natureza e da falácia e cinismo das reuniões das vários Gs, das múltiplas Cops, etc, . Em suma, os Fóruns têm sido um brado
de alerta, de revolta, de luta pela dignidade dos seres humanos e contra o neoliberalismo que nutre a acumulação da riqueza, o empobrecimento planetário, a destruição do planeta. É neste contexto de consciência e resistência pela liberdade e pelo pensamento crítico que a realização de III Fórum encontra a sua razão de ser, embora em formato reduzido, indo ao encontro de Paulo Freire, pelo seu centenário, e das suas mensagem por uma política libertadora e de transformação social, por uma educação baseada na pedagogia da esperança. Por isso tão pertinente ontem como hoje uma das suas muitas mensagens, que nos sustenta e com a qual vos deixo: “Nosso papel não é falar ao povo sobre nossa visão de mundo, ou tentar impô-la a ele, mas dialogar com ele sobre a sua e
a nossa.”
Já vimos a Exposição. A seguir teremos uma intervenção de Mário Moutinho e de Moema Silva, seguindo-se depois a conferência, a intervenção final por Carlos Serrano e no final o concerto.
Desejo que passem uma boa tarde e mais uma vez sejam bem-vindos.
Obrigada.

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